Memorial lança o Núcleo de Convergência Psicossocial

Governos autoritários, traumatização e processos de reintegração psicossocial

A Fundação Memorial da América Latina inicia as atividades do Núcleo de Convergência Psicossocial sobre experiências e projetos sociais, psicológicos, médicos e artísticos que, de alguma maneira, criaram uma base cultural para a reintegração de pessoas e grupos afetados pelas ditaduras na América Latina desde a segunda metade do século XX até a atualidade. A violência organizada provocou milhares de vítimas – física e psicológica – na própria população de países como Brasil, Guatemala, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. Também houve governos opressivos no Peru, Bolívia, Colômbia, Honduras e El Salvador.

Quais iniciativas, nas áreas de trabalho social, médico e psicológico, se desenvolveram na sociedade civil para enfrentar os danos causados, entre outros, pelo desaparecimento de pessoas ou a tortura sistemática?

Como é possível criar vias de contato entre os autores de antes e de agora, reunir a documentação existente e contribuir para o conhecimento deste importante âmbito de nossa história comum?

Dr. Horácio Riquelme

Estas são as perguntas fundamentais que deram origem ao Núcleo de Convergência Psicossocial, acessível aqui. O Núcleo surge a partir do trabalho de investigação e difusão do doutor Horácio Riquelme, em colaboração com pessoas e instituições da América e da Europa nas últimas três  décadas. Radicado na Alemanha nos anos 70, o médico chileno Horácio Riquelme é doutor em medicina pela Universidade de Hamburgo e em filosofia pela Universidade de Bremen. Desde 1996  ele é professor associado da Universidade de Hamburgo.

Clique para ler a convocatória para constituir o Núcleo de Convergência Psicossocial também em:

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Clique aqui para ler o primeiro informe das atividades do NCP.

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