Auditorio

Uma exibição de gala do renomado Balé Nacional de Cuba na inauguração do Memorial marcou a abertura do Auditório Simón Bolívar. O espaço foi concebido ecumenicamente por Niemeyer: o palco, ambivalente para duas plateias, tanto poderia ser utilizado para espetáculos de balé e de música clássica, quanto para shows de MPB ou de tango, bem como abrigar grandes convenções e seminários de natureza política, econômica ou acadêmica.

E foi assim, recebendo celebridades desses segmentos – de Tom Jobim a Bill Clinton – que o Auditório Simón Bolivar destacou-se como um dos principais palcos do cenário cultural e artístico do país até o incêndio que, em novembro de 2013, interrompeu suas atividades.

Em fase de restauração, o Simón Bolívar voltará a proporcionar a mesma programação, eclética e de alta qualidade, ainda mais confortável para o público e dotado de moderno sistema de segurança e de acessibilidade universal.

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