Acervo

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Vagar ao léu pelos 84.000 metros quadrados do conjunto arquitetônico do Memorial é uma experiência inesquecível. Além de apreciar as linhas curvas das construções, o visitante vai se surpreender com as obras de arte de artistas consagrados exibidas ao longo da esplanada ou dentro dos espaços culturais. Todos eles foram escolhidos pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, que indicou em quais locais os trabalhos deles deveriam ficar expostos.

Niemeyer sabia que “é comum em arquitetura serem as obras plásticas adquiridas depois, sem a aprovação do arquiteto, ocupando áreas inadequadas, comprometendo a síntese das artes desejada e a própria arquitetura”. Mas não no Memorial. Aqui ele pode chamar alguns dos artistas que já o acompanharam desde a Pampulha.

Um pouco sobre a obra e a vida desses autores pode ser conhecida clicando abaixo. Os textos em grande medida fazem parte do livro Integração das Artes, editado pelo Memorial da América Latina, em 1990, em comemoração ao seu primeiro ano de vida. Ele é composto de depoimentos dos próprios artistas plásticos ou de críticos de arte sobre eles.

Pavilhão

Por sua vez, o acervo de arte popular do Pavilhão da Criatividade conserva peças singelas de autores anônimos. São obras primas do artesanato continental, recolhidas diretamente das mãos de artesões, sem intermediários, lá onde eles vivem e trabalham.

Durante os meses de agosto e setembro de 1988, Maureen Bisilliat viajou por México, Guatemala, Equador, Peru e Paraguai, acompanhada de seu marido, Jacques Bisilliat, e do arquiteto Antônio Marcos Silva. Ambos tinham larga experiência e conhecimento da cultura popular. Um rico acervo da Bolívia e do Brasil também foi recolhido. Uma mostra dessa coleção pode ser visitada clicando a seguir.

Obras de Arte

Arte Popular

Painel Etnias

Tradução: Juliana Frutuoso